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Ansiedade, quando se torna prejudicial?

janeiro 9, 2018by Karina Moreira0

A ansiedade é inerente ao ser humano, precisamos dela para nos atentarmos e estarmos mais  ‘preparados’ para reagir perante ao possível caos. Ela está ligada ao nosso instinto de sobrevivência, conectada ao estresse gerado no corpo tendemos a agir como modo de ‘preservar’ a nossa existência. A questão é que as nossas ameaças já não as mesmas dos primórdios da existência humana, e aí onde podemos ‘desregular’ algo que até então foi de grande valia para a manutenção de nossa existência.

A ansiedade nos traz sofrimento por nos remeter ao excesso de futuro a incerteza, o medo do que irá acontecer e que estará fora de nosso controle, e diante dela no desvinculamos do presente. Geralmente pode estar relacionada a alguns fatores, principalmente algum tipo de trauma vivido e do medo desta repetição faz com que nos tornemos refém do medo e é neste momento que ela se torna ameaçadora, pois se torna patológico, não há o risco presente, mas temos todas as reações ‘desnecessariamente’, não sendo algo de fácil controle.

 

Freud dividiu a ansiedade em três categoria: Realista, Moral e Neurótica. Sendo a primeira (realista) se refere ao medo de algo existente no mundo exterior. A moral se trata de um medo se ser punido pelo sentimento de culpa.  E a neurótica que está relacionada ao medo sem objeto reconhecido, ou seja, um temor de algo que pode ou não existir.

by Karina Moreira

Psicóloga

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