Somos seres sociais e vamos sempre precisar nos nutrir de relações, coisa que é fundamental para nossa saúde, fato. Porém, isso não significa que devamos nos esquecer de nossas próprias necessidades em prol de algumas relações. É possível que atitudes assim ocorram pelo medo da ‘perda’ e ‘desamparo’, mas enquanto ficamos com medo de alguém fazer isso conosco acaba que já estamos fazendo isso com nós mesmos. E isso te parece certo?
Um bom caminho é parar de negar, correr na contramão e entender o que ocorre ao nosso redor, mesmo que seja necessário trocarmos as lentes para ver melhor, talvez darmos alguns passos para outras direções para enxergar e ter perspectivas diferentes do cenário também nos ajude. E em sequencia o que nos resta é tomar folego para nos centrarmos e nos reorganizar de forma que possamos nos recuperar para seguir, mas desta vez uma forma diferente. Dizem que a partir do momento que nos abrimos para o conhecimento de algo nós mudamos e já não é possível regredir, apenas seguir.
Pausar é necessário, só assim podemos ‘checar’ e avaliar o que nós demandamos no presente, é um momento essencial para irmos no encontro mais importante, que é em direção à si mesmo. Este é o encontro que mais nos esquivamos, mas é único que pode nos transformar integralmente, e este é único jeito de se sentir pertencente, pois primeiro precisamos nos pertencer para daí fazermos parte de algo de forma sadia.
Considere que nosso plano de voo é constante, você precisa pausar para ajustar a rota e depois prosseguir, não há uma parada única, um caminho único, a vida te levará para onde você precisar ir.



